O capítulo de hoje da novela “Sai ou não Sai?”, onde os foguetórios acompanharam nossa tarde, promete mais alguns “momentos decisivos”. De que lado seriam os festejos? Isso eu ainda não sei; mas, já num ato final(?), foi protocolado hoje um Agravo Regimental pelo qual o cidadão, aquele ocupante do cargo de prefeito de Iguape, pretende suspender os efeitos da decisão que lhe cassou a liminar e, por decorrência, retirava o seu mandato.
As apostas já circulam pelas rodas de conversa do “Reino da Boataria”; dentre todas as “notícias”, o que sabe-se de concreto é que a Justiça local já comunicou à Câmara para que, em no máximo dois dias, seja empossada a Vice Prefeita no cargo juridicamente vago.
Estive em dúvida quanto à gramática. A palavra tentadora é “empoçada”, oriunda de “poço” onde imagino que esteja a cidade ultimamente. Afinal, a política do clientelismo, do nepotismo e das perseguições continuaria existindo, a despeito do descontentamento geral, ao considerarmos as tendências havidas. Mudariam as moscas, se muito; o lixo continuará no mesmo lugar, ao que nos parece.
Essa escutei de um amigo; segue abaixo…
Havia um brasileiro chamado Salin… Apegado ao dinheiro, quando batiam a sua porta ele mandava um serviçal para perguntar se era para receber ou pagar. Um dia, o serviçal não estava e tocaram a sua campainha. De dentro do escritório da loja de tecidos, ele gritou:
- Salin saeu… É bra Salim reciber ou bagar? Queres bagar a Salin?
Ainda da rua, alguém gritou que sim, que deseja ver Salin para pagar-lhe. De pronto Salin responde…
- Salin sae eu, sae eeeuuu! sae eeeuuu! Salim vae saendo…
O dinheiro move o mundo e as pessoas; às vezes, quem sai é quem entra e quem entra é quem saiu. Ou seria ao contrário? De toda forma, o dinheiro passa de mão em mão e movimenta muitos e muitos negócios, a exemplo da loja do Salin.





















