A Prefeitura Municipal de Iguape, através da Assessoria de Imprensa, esclarece:
“Com relação ao convênio 545859, firmado com o Ministério da Saúde, informamos que todo o recurso já foi liberado. Os recursos são para a construção de duas Unidades de Saúde no bairro do Rocio: Unidade de Saúde do Rocio/Centro e Unidade de Saúde do Rocio/Aeroporto. Informamos ainda que a Prefeitura Municipal solicitou a prorrogação do convênio. As duas Unidades de Saúde estão em construção, sendo que a do Rocio/Aeroporto já está quase pronta. A contrapartida vem sendo paga, de acordo com o andamento das obras. A Prefeitura já quitou mais de R$ 27 mil, do total de R$ 40 mil.”
Tais informações explicam, em parte, os dados da Controladoria Geral da União onde o convênio consta como encerrado. Como informado pela Prefeitura, se de fato foram liberados esses recursos, o montante recebido pelo Município de Iguape e enviado pelo Governo Federal chegou a 642 mil reais, nos últimos três anos. Dinheiro esse destinado à aquisição de ambulâncias, materiais permanentes, equipamentos e as citadas construções acima.
Cabe lembrar, no mais, a agonia sofrida pelas pessoas ao procurarem o serviço de emergência (principalmente nos fins de semana), onde a demora para atendimento tem a média de 90 minutos e um único médico disponível trabalha tanto na emergência quanto no ambulatório.
Conforme o Governo do Estado noticiou (e aqui inserimos) para a Prefeitura de Iguape haverá dinheiro extra para saúde; serão ao todo 120 mil reais (em três parcelas), destinados aos custos com materiais nos serviços de saúde emergenciais. Entrentanto, pessoas lá atendidas há poucos dias presenciaram, no serviço de emergência, cenas como a falta de antitérmico Dipirona, medicamentos e materiais para sutura. Ainda serão recebidos pelo município mais duas parcelas de 40 mil, em janeiro e fevereiro. Razões financeiras, a julgar pelo auxílio do Estado e do Governo Federal, não explicariam a situação atual.
N.B. = *Segundo o Michaelis, um dos significados da palavra sumidouro é “Coisa em que se gasta muito dinheiro; sorvedouro.”. Outro entendimento, o de “lugar em que somem muitas coisas”, ou ainda quanto a junção dos sentidos, melhor se pensada segundo os critérios dos leitores e dos fatos expostos.




















