O termo “carnaval” também é sinônimo de bagunça, de quebras de protocolos e desorganização; conforme informações (preliminares), os auxílios aos blocos foram concedidos entre 300 a 1500, sem que houvesse qualquer critério técnico para subvenção.
Aparentemente, ocorreram ao ‘bel prazer’ do clientelismo político; assim, transparece para a sociedade que os blocos onde os organizadores são ‘alinhados politicamente’ com a Prefeitura receberam maior auxílio, enquanto outros ficaram com minguados trocados.
O sentido original do Carnaval, o de festa popular da qual o povo é o principal artista, nas escolas de samba, nos blocos e pelas ruas, ao aproveitar a ocasião para um bom divertimento, cai por terra…
O “carnaval” com o dinheiro público, em auxílio sem critérios objetivos às agremiações, pode tirar um pouco do brilho da festa do Carnaval 2008, ao impossibilitar a presença de várias agremiações.




















