Editorial da semana
O filólogo francês F. Saussurre, um dos criadores do estruturalismo, conceituou signo como a fusão de significante e significado. Assim, fica compreendido que significante é a estrutura física de um léxico, ou seja, as letras que compõem uma palavra e significado é o sentido cultural da palavra. Na palavra garçom, por exemplo, o substantivo em si é o significante e o significado é “o homem que serve as mesas de um restaurante”. Claro fica que o significado é construído, por meio de uma cadeia de simbolismos e representações, ao longo de toda a vida de um indivíduo em seu meio cultural. Contudo, o teórico Roland Barthes postula que as gerações criadas pelas mídias de massa apreendem significantes parcialmente destituídos de significado, ou seja, compreendem uma função de dado substantivo sem a conscientização da complexidade de seu sentido num contexto geral. Continue lendo




















