
Por André Murtinho Ribeiro Chaves
Sinopse: Grande empresário quer aumentar a sua produção industrial, visando exportação e é claro, lucro pessoal. E acha que por ser muito rico, pode ser dono de qualquer área, retirando pessoas e matas do local. Pouco se lixa para o que os donos da terra pensam ou querem… A história é comum na nossa injusta História. O desfecho é que pode ser diferente.
Local: Vale do Ribeira, sul do estado de São Paulo. Personagem principal: o Rio Ribeira de Iguape, o último rio paulista sem barragem. Os donos do rio e da terra: comunidades indígenas, quilombolas, caiçaras e caipiras, ribeirinhas centenárias. O elemento estranho: Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) do Grupo Votorantim. O dono do grupo: Antônio Ermírio de Moraes(clique e leia►). Continue lendo

Iguape – A cidade do Estado(SP) que goza de popularidade pelas dimensões exageradas é Itu, próxima de Sorocada. No centro da cidade de Itu, um vistoso (e claro, enorme) orelhão em meio à praça lembra essa característica, bem como um grande sinaleiro de trânsito nos mostra isso. Itu conquistou a fama de “Cidade dos Exageros” através de um quadro humorístico na TV Globo em 1967, onde o Simplício, Francisco Flaviano de Almeida, fazia um personagem que afirmava como “Em Itu tudo é Grande”.



















