Prefeita Nilce participa de reunião com secretário da Administração Penitenciária

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O secretário Antonio Ferreira Pinto (sentado), a prefeita de Registro, Sandra Kennedy (ao lado dele) e a prefeita Nilce com os vereadores Marcos Portela e Dito Castro, de Registro.

São Paulo – A prefeita de Sete Barras, Nilce Ayako Miashita, acompanhou na segunda-feira, 2 de março, outros seis prefeitos da região na reunião com o secretário da Administração Penitenciária do Estado, Antonio Ferreira Pinto, na capital paulista. O objetivo do encontro foi discutir a instalação de um presídio no município de Registro. Nilce foi prestar seu apoio ao movimento contrário à construção da unidade.

“Diante da afirmação do secretário, de que é irreversível a implantação do presídio em Registro, agora mais do que nunca precisamos nos unir contra essa decisão do governo do Estado. A construção de um presídio em nossa cidade vizinha afeta toda a região”, destaca a prefeita de Sete Barras.

Além dela, também participaram da reunião a prefeita de Registro, Sandra Kennedy, a prefeita de Miracatu, Déa Fátima Moreira da Silva, de Iguape, Elizabeth Negrão, os prefeitos de Cajati, Luiz Henrique Koga, de Itariri, Dinamérico Peroni, e de Eldorado, Donizete Antonio de Oliveira, além dos deputados estaduais Fausto Figueira (PT), Maria Lúcia Prandi (PT) e Samuel Moreira (PSDB), o bispo Dom José Luiz Bertanha, vereadores e outras lideranças da região.

“É uma decisão irreversível. A menos que eu receba ordens superiores, não tenho condições de reverter esse quadro, é uma situação definida”, ressaltou o secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto. “São Paulo tem 147 mil presos e um déficit de 40 mil vagas no Estado, com presos em condições adversas. Não há outra alternativa para o governo a não ser construir presídios para fazer frente a esse problema”, disse o secretário.

Ao final da reunião, o deputado Samuel Moreira se comprometeu com a comitiva de prefeitos que agendará encontro com o secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes, para tentar reverter a decisão do governo. “Sabemos que será uma batalha difícil, mas não podemos desistir”, conclui a prefeita Nilce Miashita.

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