O projeto Elektro-Climático coletará os dados para estudos sobre as variabilidades de precipitação, temperatura do ar e vento no município. Com o objetivo de mapear as variações climáticas da região, a empresa de energia Elektro instalará, junto a Prefeitura Municipal de Cananéia, uma Plataforma Terrestre de Coleta de Dados (PTCD).
O equipamento faz parte do projeto Elektro-Climático e armazena dados sobre temperatura, velocidade do vento, chuvas, reenviando via satélite ao Banco de Dados instalado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As entidades colaboradoras do projeto terão acesso aos dados que, além de suas aplicações no setor energético, auxiliarão a sociedade na agricultura e a defesa civil, que poderá aturar de maneira mais eficaz, prevenindo acidentes decorrentes das chuvas.
De acordo com pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Clovis Monteiro do Espírito Santo, “o monitoramento do vento em Cananéia (intensidade e direção), auxiliará a Elektro na prevenção de possíveis acidentes nas suas linhas e torres de distribuição, devido a rajadas intensas de vento. O monitoramento da temperatura também auxiliará a empresa na estimativa da demanda de energia elétrica pelo município devido ao maior ou menor consumo com ventilação, refrigeração residencial e comercial. Há o aspecto didático, onde alunos das escolas da cidade e região, poderão ter contato com este tipo de equipamento meteorológico, tão importante para auxiliar na previsão do tempo que eles vêm todos os dias nas emissoras de televisão. Além disso, o aspecto de subsídio à pesquisa na área de meteorologia e meio ambiente, quando poderemos contar com um local a mais com séries de medidas ‘em campo’, ainda bastante escassos dentro do nosso Estado”.
O INPE informou também que consultou a empresa Neuron, responsável pela instalação dos equipamentos, e aguarda o agendamento da data. Além de Cananéia, outras cidades foram escolhidas para receber o equipamento, entre elas Santos e Ubatuba.





















Mas pra que se aqui só chove… o negócio é implantar cisternas para que essa população possa reduzir seu consumo de água da SABESP e, consequentemente, as contas de água e esgoto alé, é claro, de ajudar a preservar o Planeta Terra.