Ilha Comprida – O Departamento Municipal de Saúde da Ilha Comprida contabilizou a coleta de 63 quilos de caramujo africano no Dia C de combate ao molusco, realizado no dia 27/02. A equipe de saúde parabenizou todos os participantes da campanha com destaque especial aos moradores do Carabanas, que totalizaram a coleta de 17 quilos de caramujo. A moradora do balneário Monte Carlo, Cassiana Cristina, venceu o concurso do jingle do caramujo. De acordo com o setor de saúde, serão realizadas outras duas campanhas contra o caramujo durante esse ano.

O caramujo africano tanto pode ser uma praga agrícola porque devora plantações, pomares e grãos armazenados, como pode se tornar um sério problema para a saúde pública. A espécie é capaz de transmitir um verme nematóide ao homem, o angiostrongylus, causador da angiostrongiliase meningoencefálica, que afeta o sistema nervoso central com extrema gravidade. Os sintomas da doença são: cefaléia severa, rigidez de nuca, formigamentos diversos, paralisias temporárias e febre baixa. O verme também pode alojar-se no olho e causar desde distúrbios visuais permanentes até a cegueira. A transmissão da doença ocorre por intermédio do consumo de alimentos contaminados pelo muco do caramujo ou pela ingestão direta do molusco.
Não existe “veneno” para essa espécie. Para exterminá-lo, é preciso fazer a catação manual dos caramujos. Mas atenção: não toque os caramujos com as mãos. Use luvas ou sacolas plásticas. Coloque-os dentro de um recipiente com cal virgem e, após duas ou três horas – deposite-os em sacos de lixo para serem levados pela limpeza pública (nunca deposite-os vivos no lixo doméstico pois se proliferam em lixões e aterros sanitários). Também é preciso evitar que as cascas ocas se tornem criadouros para larvas do mosquito da dengue.





















Limeira esta tomada por esse caramujo, compro sacos de sal e jogo nos muros onde morrem centenas deles, é perigoso, animais como galinhas comer esse miolusculo e depois nos consumirmos os ovos
att
Cesar