Para os leigos e ao público não familiarizado com o setor de saúde, podemos simplificar a Nutrição Parenteral como “aquela que ocorre através do uso de uma veia.” A nutrição parenteral serve para complementar ou substituir completamente a alimentação oral (dada pela boca) ou enteral. Ela é usada em casos clínicos onde o paciente está incapacitado de mastigar, engolir e absorver nutrientes, é administrada também em bebês prematuros, entre outros casos – quando o paciente não tem condições de realizar uma nutrição normal.
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Entre os dias 13 e 14 de julho, nas dependências do Hospital Regional Vale do Ribeira (HRVR/CONSAÚDE) aproximadamente 40 funcionários da enfermagem participaram do treinamento referente à Nutrição Parenteral.
Vital pela sua importância na manutenção nutricional do paciente e por se tratar de procedimento de alta complexidade, a oportunidade serviu para abordar conceitos como estocagem, cuidados básicos, manipulação, conservação, composição e tipos de nutrição utilizadas no meio hospitalar.
O representante técnico, Elder Augusto Candia, foi quem ministrou a palestra aos servidores. Durante o encontro ele chamou atenção para os cuidados sépticos no manuseio das bolsas que contém as soluções para alimentação dos usuários, tais como uso de luvas e limpeza com álcool. Além de chamar atenção para a segurança do paciente ao ministrar as soluções.
“O paciente sem a nutrição correta é mal tratado pela instituição onde estiver internado. Um paciente desnutrido não desenvolve plena capacidade de melhora no quadro clínico e sem dúvida pode vir a agravar seu estado,” chamou atenção Candia. Para ele, conhecer teoria e prática deste tipo de procedimento é dever de farmacêuticos, médicos, enfermeiros e nutricionistas.
Ao receber uma solução através da veia visando a síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas do corpo, o paciente recebe uma composição de elementos que fornecerão nutrientes básicos para seu suporte alimentar: glicose (carboidrato), Aminoácidos (vitamina), gordura (lipídios), água e eletrólitos (sais minerais), entre outros elementos.
Atualmente, segundo estatísticas do Ministério da Saúde, 40% dos pacientes internados em unidades do SUS apresentam algum grau de desnutrição. Já no momento de receberem alta, este número passa para 60% dos pacientes.
Roberto Dezorzi – Jornalista Assessoria de Imprensa e Marketing





















BOM DIA! Sou estudande do curso de farmácia, e estou fazendo o meu TCC sobre Controle de qualidade de Nutrição Parenteral, gostaria que vocês enviasse material por favor, estou tendo algumas dificuldades!
sem mais ja agradeço!
bruno.fuji@hotmail.com