Nossa História


Do historiador iguapense Roberto Fortes, no livro “Iguape… Nossa História”, resultado de suas pesquisas realizadas durante 20 anos:

Controvérsias à parte, pode-se afirmar que Iguape nasceu com o Brasil. A data de fundação da cidade é desconhecida, sendo escolhido o dia 3 de dezembro de 1538 como a data oficial. Sua fundação é atribuída ao degredado português Bacharel Cosme Fernandes – vulto dos mais controvertidos da história pátria, juntamente com o aventureiro castelhano Ruy Garcia de Mosquera.O Bacharel chegou na região em 1502, segundo o historiador Francisco Adolfo de Varnhagen, vindo na armada de André Gonçalves, que tinha como piloto Américo Vespúcio. Ruy Moschera, vindo com um grupo de castelhanos do Rio da Prata, se estabeleceu em Iguape entre 1532 e 1534. Junto com o Bacharel e seus índios, Moschera atacou São Vicente, que saqueou e incendiou, fugindo, depois, para Santa Catarina e dali para o Rio da Prata.

Em 1577, foi criada a Freguesia de Nossa Senhora das Neves de Iguape. Devido a vários fatores – como falta d’água potável e de espaço para a expansão da vila, e até mesmo ataques de piratas – decidiram mudar o povoado, entre os anos de 1600 a 1614, para a imensa planície costeira ao Mar Pequeno, sesmaria de propriedade do capitão Francisco Alvares Marinho, que doou a área para a (re)fundação da vila, onde modernamente situa-se a cidade. A patente de vila deve ter sido concedida entre 1600 a 1619, pois conta que já era vila neste ano, segundo documento encontrado pelo historiador Ernesto Young.

Para que fosse possível se comemorar anualmente a data de fundação de Iguape, em 1938, o então prefeito, Manoel Honório Fortes, incumbiu uma comissão de historiadores paulistas, presidida pelo ilustre Alfredo D´Escragnolle Taunay, para estabelecerem a data provável da fundação, sendo aceito o dia 3 de dezembro de 1538, quando foram separados os termos de Iguape e Cananéia. Assim, no dia 3 de dezembro de 1938, foi festivamente comemorado o IV Centenário de Fundação de Iguape, numa grandiosa solenidade, até hoje lembrada pelos iguapenses mais antigos.

O FAUSTO DO OURO Já por volta de 1551-1552, foram descobertos veios auríferos na região de Iguape. Na década de 1570, passou por aqui o alemão Heliodo Eobanos, à cata de ouro. Nesse período, intensificou-se na região a mineração do ouro de lavagem e a Coroa portuguesa, para evitar contrabando e garantir seu quinto, fundou em Iguape, em torno da década de 1630, a Casa de Officina Real da Fundição do Ouro, considerada por alguns historiadores como a primeira casa do gênero no Brasil. Era dirigida pelo brasileiro Manoel dos Reis, que ocupava o cargo de Almotacel (inspetor de pesos de medidas).

Foi uma fase de fausto. Conta-se que, nas festas, as mulheres adornavam suas cabeleiras com ouro em pó, e era costume o noivo presentear a noiva com um litro de ouro em pó. Nessa época, foram construídos alguns dos casarões assobradados que podem ser notados na Praça da Basílica e nas cercanias da cidade. Mas ainda existiam poucas casas de morada na vila; muitas das famílias residiam pelos sítios. Assim, em 1679, édito do governador da Capitania de Itanhaém, Luiz Lopes de Carvalho, ordenava que todo súdito com posses deveria construir uma casa na sede da vila, sob pena de pagar a multa de dez cruzados.

Em fins do Século XVII, contudo, com a descoberta das Minas Gerais, os mineiros iguapenses deslocaram-se para aquele Estado, e a mineração em Iguape e Vale do Ribeira entrou em decadência. A economia local voltaria a se reerguer a partir de meados do século seguinte, com as atividades ligadas à construção naval, quando diversos estaleiros foram estabelecidos nas margens dos rios da região. Os barcos eram encomendados por armadores de Santos, Rio de Janeiro e outras localidades.

BOM JESUS: A GRANDE ROMARIA Em 1647, Iguape iria se transformar num centro de intensa peregrinação religiosa, com o aparecimento da imagem do Senhor Bom Jesus de Iguape, encontrado por dois índios na Praia de Una, na região da Juréia. A partir de então, milhares de romeiros de todas as partes do Brasil vêm à cidade render graças ao Bom Jesus da Cana Verde. É a segunda maior festa religiosa do estado de São Paulo (fica atrás apenas da de Nossa senhora Aparecida), sendo uma das mais importantes do País.

A festa em homenagem ao Senhor Bom Jesus de Iguape e Nossa Senhora das Neves se estende de 28 de julho a 6 de agosto, contando com novena, barracas comerciais, banda de música, procissão e fogos de artifício. Em 1949, a cidade recebeu a visita do escritor Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura em 1957, que, acompanhado por Oswald de Andrade e outros amigos, veio conhecer de perto a grande festa. Suas impressões foram utilizadas para escrever o conto A pedra que cresce, inserido no livro O Exílio e o Reino, um de seus maiores sucessos. A festa também recebeu a visita da heroína brasileira dona Joana de Gusmão, do poeta Vicente de Carvalho, do governador Adhemar de Barros, além de outras personalidades.

A Igreja do Bom Jesus foi iniciada em 1787 e inaugurada, ainda não de toda concluída, em 8 de agosto de 1858. Foi elevada à categoria de Basílica em 1956, quando do centenário do templo.

A OPULÊNCIA DO ARROZ A fase econômica mais importante foi a do ciclo do arroz, que começou a se firmar em fins do Século XVIII e atingiu seu esplendor na primeira metade do Século XIX, quando capitalistas abastados ganharam expressivos lucros com essa cultura. Nessa época, construíram-se os mais imponentes casarões de pedra e cal que, até hoje, ornamentam a Praça da Basílica e cercanias. Em 1841, o imperador D. Pedro II concedeu o título de Barão de Iguape ao agricultor e político Antônio da Silva Prado, patriarca da aristocrática família paulista. O arroz de Iguape recebeu vários prêmios pela sua qualidade, entre eles, em Turim, Itália, no ano de 1911.

Em fins do século XIX, devido a diversos fatores – como a falta de modernização da lavoura do arroz, a abolição da escravatura e a abertura do Valo Grande, que assoreou o Mar Pequeno e, conseqüentemente, o antigo porto, principal via de exportação do município – a cidade entrou em franca decadência. Apenas a partir da década de 1930, com o surgimento de indústrias de pesca e do palmito e da lavoura da banana, a economia local conheceu novo alento, com o estabelecimento de diversas indústrias e a geração de muitos empregos.

O VALO GRANDE O principal produto de exportação da vila era o arroz. Produzido nos sítios espalhados pela zona rural, chegava pelo rio até o Porto do Ribeira, onde existia um porto fluvial. Daí era conduzido por carroças, numa distância de três quilômetros, até o Porto Grande, no Mar Pequeno, na sede da vila. O transporte custava dez réis por saca e era considerado oneroso. Assim, os vereadores, apoiado pelos agricultores, decidiram abrir uma vala ligando o Rio Ribeira ao Mar Pequeno. Formaram-se dois partidos: um queria a construção ao Norte, perto do morro, por ser o terreno mais consistente; outro pretendia ao Sul, onde foi construído, pelas facilidades oferecidas pelo terreno arenoso. Foi um erro que traria graves conseqüências.

Durante 25 anos, escravos e trabalhadores assalariados escavaram a vala, que passou a ser utilizada a partir de 1852, dando passagem a pequenas canoas. O que era para ser um benefício transformou-se num pesadelo. A pequena vala de alguns metros, que podia ser pulada em alguns pontos, transformou-se num imenso braço de rio de mais de 200 metros de largura. Suas margens começaram a desbarrancar de maneira vertiginosa; ruas inteiras e casas foram tragadas pela impetuosidade das águas. Diziam que Iguape terminaria seus dias no fundo do Valo Grande. O Mar Pequeno, nas proximidades do Porto Grande, ficou assoreado, impedindo a entrada de navios de grande calado.

Foi um dos motivos que levou Iguape à decadência. Mas não o único. Os outros foram: a falta de união entre os agricultores e políticos; a disputa pelo poder entre os dois grupos conservadores que, desde 1831, dominam a política local; a precariedade da lavoura do arroz, que não foi modernizada; as sementes do arroz, que foram se degenerando, não existindo um controle de qualidade; e a concorrência de outros centros produtores de arroz, mais desenvolvidos, no Estado de São Paulo. O Valo Grande virou o “bode expiatório”.

VILA, MUNICÍPIO E COMARCA Não se sabe ao certo a data de elevação de Iguape à categoria de Vila. Tal patente deve ter sido concedida entre os anos de 1600 a 1614, quando o povoado se mudou do Icapara para o local atual, às margens do Mar Pequeno. O município seria criado pela Lei nº 17, de 3 de abril de 1849, com o nome de Bom Jesus da Ribeira. Só que o povo iguapense não gostou dessa mudança de nome. Houve protestos da Câmara de Vereadores, do povo em geral, e até do padre. Assim, no ano seguinte, atendendo aos protestos de todos, o Governo Provincial, através da Lei nº 3, de 3 de maio de 1850, mudou o nome da cidade para Bom Jesus de Iguape, que a tradição simplificou, a partir de então, para Iguape.

A Comarca foi criada pela Lei nº 16, de 20 de março de 1858. Essa lei criou também as comarcas de Bananal, Piracicaba e Paraibuna. A Comarca de Iguape foi a 13ª criada no Estado de S. Paulo, tendo sido confirmada pela Lei nº 61, de 20 de abril de 1866. Antes de possuir a sua, Iguape pertenceu a diversas outras comarcas: São Paulo (1700 a 1723), Paranaguá (1723 a 1833), Santos (1833 a 1852), Itapetininga (1852 a 1854) e Santos (1854 a 1858).

O VICE-CONSULADO PORTUGUÊS Iguape, nos tempos da antiga Província, foi uma das cidades mais importantes do Brasil. O nível social e intelectual era elevado, a economia forte e a política vivia seus dias de glória. A cidade contava com todos os caprichos de uma cidade rica: clubes, teatros, hotéis, gabinete de leitura, jornais, etc. Seu porto marítimo, conhecido por Porto Grande, era bastante freqüentado por navios de várias partes do País e alguns até mesmo do Exterior. A lavoura do arroz estava em seu auge: milhares de sacas eram exportadas e o dinheiro corria a granel no município.

Destaque especial deve ser feito ao Vice-Consulado Português, que se localizava num prédio situado na Praça da Basílica e que tinha por objetivo tratar dos interesses lusitanos em Iguape e em toda a região. Foi instalado em 1848 e funcionou até 1920. Destacadas figuras da época ocuparam o cargo de vice-cônsul: José Antônio da Silva (1848 a 1862), o primeiro vice-cônsul; José Joaquim Rebello (1865 a 1887); Antônio Ferreira de Aguiar (1887 a 1896), Zacharias Augusto Teixeira (1896 a 1913) e Antônio Marques Teixeira do Amaral (1913 a 1920), que foi o último vice-cônsul português em Iguape.

AS COLÔNIAS DE IMIGRANTES Com a vinda de imigrantes para a região do Vale do Ribeira, a partir da segunda metade do Século XIX, o Governo do Estado decidiu implantar algumas colônias na região. Em Subauma, que já fora vila em 1770, foi implantada, em 1895, uma próspera colônia agrícola, que chegou mesmo a rivalizar com a sede do município. Pelas dificuldades de acesso e falta de apoio governamental, no entanto, teve curta duração.

Em 9 de novembro de 1913, era fundada em Iguape, no Bairro Jipovura, a Colônia Katsura, a primeira do Brasil a receber colonos japoneses. Durante muitas décadas, conheceu um grande surto de progresso, tornando-se auto-suficiente. Possuía engenhos de arroz, alambiques, comércio variado, escola, agência do Correio, indústria de sericultura, médicos e outras comodidades.

A Colônia Katsura entrou em colapso durante a Segunda Guerra Mundial, quando muitas famílias partiram para outras regiões do Estado. Até a década de 1960, no entanto, ainda tinha certa importância. Hoje, restaram apenas as ruínas. Existe a idéia de que esse importante conjunto seja restaurado, pelo Patrimônio Histórico brasileiro ou mesmo pelo governo japonês.

BANANA, PESCA, PALMITO Com o declínio da lavoura do arroz, já em fins da década de 1920, tinha início a plantação de bananais no município, ciclo econômico que teve muita importância. A partir de meados da década de 1930, começaram a se estabelecer no município várias indústrias de pesca, para a industrialização da manjuba, que conheceu o seu auge entre os anos de 1930 a 1950.

Na década de 1940, surgiram indústrias de palmito, que representou, na década de 1950 e 1960, a mais importante economia do município. A mais importante era a Fábrica Caiçara, que enlatava palmito para as marcas Cica e Armour, entre outras. Também, nesse intervalo de tempo, existiram outras atividades econômicas, com relativa importância, como a fabricação de esteiras de peri e a utilização da caixeta para a produção de tamancos e outros itens.

VISITANTES ILUSTRES Iguape, ao longo de sua História quatro vezes secular, recebeu a visita de célebres personalidades, entre as quais podem ser destacadas: Frei Gaspar da Madre de Deus, cronista brasileiro, no Século XVIII; Joana de Gusmão, heroína brasileira, irmã do padre Bartolomeu de Gusmão, também no Século XVIII; Martim Francisco Ribeiro de Andrada, geólogo e político, irmão do “Patriarca da Independência”, em 1805; o explorador inglês Sir Richard Burton, desbravador da África, em 1864; General Osório, herói da Guerra do Paraguai, em 1877; o escritor Monteiro Lobato, em 1918; Altino Arantes, governador do Estado de São Paulo, em 1918; Washington Luiz, governador do Estado, em 1921; o poeta Vicente de Carvalho, grande amigo de Iguape, em várias ocasiões; Adhemar de Barros, interventor federal e governador do Estado, outro grande amigo de Iguape, em diversas ocasiões; além do imortal escritor Albert Camus, em 1949.

IGUAPENSES ILUSTRES Iguape também foi berço de muitos personagens que se destacaram no Brasil e no mundo, ente os quais: Sérgio Francisco de Souza Castro, deputado geral e provincial e senador pelo Parará, no Século XIX; comendador Filadelpho de Souza Castro, deputado provincial e vulto de destaque na Capital Federal (Rio de Janeiro), amigo do presidente Prudente de Moraes; Eugênio de Andrada Egas, renomado jurista, diplomata, conferencista, sócio-fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e da Academia Paulista de Letras, intendente de São Carlos e deputado estadual; Arnaldo Ferreira de Aguiar, vereador e prefeito de Santos, em 1926; Cyro de Athayde Carneiro, prefeito de Santos, de 1938 a 1941; Oraida Amaral Camargo, consagrada pianista; Nícia Silva, notável cantora de ópera, que cantou para os reis da Inglaterra, mãe da cantora e cineasta Gilda de Abreu; Paulo Moutinho, jornalista que brilhou nas páginas de O Estado de São Paulo, Correio Paulistano e outros; Trajano Vaz, reconhecido pintor, que estudou em Paris e pintou o quadro do achado da imagem do Bom Jesus.

O TURISMO O turismo, hoje, é uma das principais economias do município, ao lado da pesca, do comércio e serviços e da agricultura. Já em fins do Século XIX, as praias de Iguape e Cananéia eram utilizadas por veranistas. Os médicos destacavam as qualidades terapêuticas da água do mar. Em 1920, foi construída na Ilha Comprida uma Vila Balneária, que, no entanto, funcionou por apenas dois anos.

De maneira mais organizada, o turismo começou a ter certa importância a partir da década de 1950, quando foram adquiridas enormes glebas de terras na Ilha Comprida, que deram origem a muitos dos atuais balneários. A partir da década de 1970, veio o “boom”, quando o turismo se firmou definitivamente.

20 Respostas para “Nossa História

  1. pra mim o texto esta otimo e muito bem complementado

  2. vera lucia brandão machado

    Gostaria de saber se Vicente de Carvalho tinha parentes em Iguape
    Meus antecedentes são de Iguape da família Carvalho

  3. Bom Dia,eu gostaria de saber do nº da cia,de pesca de Bom Jesus do Iguape,obrigado.
    email,maabreu.saude@yahoo.com.br

  4. Gostaria de saber sobre Sr. Aureliano Vasquez, nome dado à praça do Boqueirão antigo, esteve com Monteiro Lobato em sua casa e abriu os principais balneários da Ilha Comprida e com seu jipe dava carona com até sete pessoas em Iguape SP.

  5. adiberto

    A uns anos atrás eu li um livro ´´ Iguape… Nossa História”, que peguei emprestado na fundação SOS MATA ATLÂNTICA. Hoje resido em São Paulo e estou no 3 ano de História. Como faço para adquirir esse livro. Pelo menos em PDF ou sei lá. Me ajudem!

  6. Gostaria de saber onde posso encontrar o Livro Iguape – Nossa História.

    obrigada,

    Rosana.

  7. Patricia F. C. Monfilier

    Estou cursando Historia e já estou pensando no assunto para o meu TCC, pensei em falar da cidade de Iguape. Tenho residencia nessa cidade a 13 anos e meu pai foi morar nela a quase 10 anos. Gostaria de saber como posso e onde encontrar material para pesquisa e acesso a documentos historicos? Existe algum departamento na cidade que pode me dar assistencia a essa pesquisa?

  8. antonio valper

    porque iguape nao desenvolve em entretenimento shopinm melhores restaurantes melhores padarias sera nao iria almentar o turismo nao iria benificiar o povo iguapense se a prefeitura pensace no povo porque nao deixa melhorias entrar maior prova disso tenho um colega que tento montar uma otima loja aqui e a prefeitura vetou porque isso numa cidade tao linda e que poderia crecer tanto vamos fazer iguape CRECERRRRRRRRR

  9. Olá!

    Nesse link você encontra as informações do Cartório de Registro de Imóveis de Iguape http://www.cartoriodeiguape.com.br
    abraço

  10. izabel cristina gomes

    parabens as autoridades e todo o povo iguapense,pela cidade e as construções antigas e conservadas o amor carinho e respeito,do povo a hospitalidade é maravilhosa tudo que eu precisei o povo não mediu esforços,e não é porque quando fui a cidade em 1987,com o deputado já falecido EMÍLIO JUSTO e lá encontrei o amigo e filho da cidade o deputado,EDMUR MESQUITA,já voltei aí mais vezes.E agora estou pensando em comprar um imovel em ilha comprida, e preciso de um favor do editor chefe deste jornal o telefone do cartório de registro de imóveis de iguape.

  11. IGUAPE; cidade que vive de histórias do passado. hoje nem turismo, pesca e muito menos agricultura. o povo pede socorro! vai acabar uma cidade fantasma. quem tem sonhos esta indo embora. não por que não goste de iguape, mas por que se tornou uma cidade que nada tem a oferecer aos seu moradores! eu não vou abandonar o barco. assim como eu existe varios companheiros! vamos a luta!!!!!!!!!!!!!!!!

  12. vinicius

    Gostei muito tem muita coisa de interessante nesse texto sempre puder vou ler mais e mais…

  13. Hilario Domingues Neto

    Sou historiador e pesquiso transporte fluvial.
    Realizei pesquisa sobre a navegação fluvial no Rio Mogi-Guaçu (interior de São Paulo) período de 1883 a 1903. Foram vinte anos de relatórios da Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, que foi responsável pela navegação, pesquisados no Museu da Ferrovia em Jundiaí-SP.
    Em minhas pesquisas em fontes primárias me deparei com algumas informações sobre a navegação do Ribeira de Iguape.
    Existem documentos (relatórios) que tratam das atividades desenvolvidas pelas empresas que operaram a navegação do Ribeira de Iguape?
    Onde encontrá-las?
    Quanto aos seus livros sobre a história de Iguape de sua autoria, tratam da navegação?
    Como adquirí-los?
    Parabéns pelo excelente e criterioso trabalho.

  14. JOSÉ ANTONIO DA ROSA JAQUES

    Moro na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, numa cidadezinha chamada Protásio Alves. Tenho em minha propriedade um altar de São Bom Jesus de Iguape que acompanha minha família desde 1890. Contam meus avós que esse altar chegou até nós através de uma promessa que meu bisavô fez para salvar um de seus filhos, então meu bisavô trouxe esse altar até aqui. Como poderia saber se esse altar veio da Bolivia ou de Iguape de SP? lena.jacques@brturbo.com.br

  15. elaine spalla

    Estou a procura dos dois volumes do livro Iguape, nossa história, de Roberto Fortes, como comprá-los!?…

  16. Cristiane Strieder

    Gostaria de adquirir os dois volumes do ivro Iguape, nossa história, de Roberto Fortes, mas não os encontro.
    Como poderia fazer para obtê-los?

  17. Paula Cruz

    Sou estudante de arquitetura e estou estudando a cidade como local de projeto de conclusão de curso. Assim como a Cristiane, gostaria de ter acesso a informações sobre escolas-rurais. Onde consigo informação historico-socio-econômica mais aprofundada sobre a cidade?

  18. Maria Wesguerber

    Parabéns pela brilhante Obra!
    Gostaria de saber se existem registros da chegada de imigrantes, arquivos do desembarque pelo porto de Subauma: 1887/1890?
    Busco fontes para pesquisa genealógica.

    Abraços
    Maria

  19. Mariza de Aquino Vidal Gomes

    Gostaria de saber como posso adquirir seu livro? Sou carioca, moro no Rio de Janeiro mas meu avô nasceu em Iguape. Ainda tenho familiares vivendo na cidade, na rua 9 de Julho, Hotel São Paulo, pertencente à família.

    Um grande abraço
    Mariza de Aquino
    Tel.(21) 22872247

  20. Cristiane Corrêa

    Sobre Iguape, seria relevante apresentar o surgimento das escolas rurais, pois como estou fazendo uma pesquisa a respeito deste tema, não encontrei nada referente às escolas multisseriadas que se esncontram espalhadas pelo município iguapense.

    Atenciosamente

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