Fundação Itesp e Incra assinam protocolo de intenções em São Paulo

Parceria busca desenvolvimento de projetos por todo o estado

Na sexta-feira, 13 de janeiro, a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo – Itesp e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrafia – Incra firmaram uma parceria, por meio da assinatura de um protocolo de intenções. O objetivo é promover a cooperação técnica entre as duas instituições, para planejamento e realização de atividades voltadas para o desenvolvimento socioeconômico das famílias de trabalhadores rurais e agricultores assentadas em áreas estaduais e federais, bem como comunidades remanescentes de quilombos.

O documento foi assinado pelo diretor executivo do Itesp, Marco Pilla, e pelo superintendente regional do Incra, José Giacomo Baccarin. Como testemunhas, assinaram o diretor adjunto de políticas de desenvolvimento do Itesp, João Leonel dos Anjos, e o superintendente regional substituto do Incra, Alberto Paulo Vasquez. Com o protocolo assinado, as duas instituições irão desenvolver projetos, programas e propostas a serem realizados nos assentamentos e comunidades quilombolas do Estado de São Paulo.

O superintendente do Incra, José Giacomo Baccarin, ressaltou a importância da parceria: “Não há disputa política, é preciso cooperação entre as instituições. Esse ato tem um grande significado de aproximação entre as ações realizadas pelo Itesp e pelo Incra no Estado de São Paulo”. Opinião confirmada pelo diretor executivo do Itesp, Marco Pilla: “Agora iremos criar oportunidades para que ocorram fluxos de ações, a exemplo da parceria entre o Governo do Estado de São Paulo e o Federal nós devemos caminhar juntos. Não interessam diferenças políticas; temos que buscar o objetivo comum, o bem dessas famílias que podem e deverão ser beneficiadas pelos projetos que serão desenvolvidos pelas duas instituições”.

Entre as possibilidades previstas no protocolo estão o desenvolvimento de projetos e programas nas áreas de capacitação de técnicos, famílias assentadas e comunidades quilombolas, intercâmbio de profissionais e informações técnicas e científicas (possibilitando integração de pessoas e dados), promoção de seminários e encontros para discussão de resultados entre técnicos, acadêmicos, sociedade civil organizada, famílias assentadas e comunidades quilombolas e ainda a possibilidade de que profissionais das duas instituições possam utilizar – com a devida autorização – a infraestrutura técnica e administrativa da outra parte na execução de trabalhos vinculados ao protocolo. As ações realizadas em parceria pelas duas instituições irão englobar todos os 174 assentamentos existentes no estado – 133 estaduais e 41 federais – e também todas as 28 comunidades remanescentes de quilombos, beneficiando mais de 55 mil pessoas.

Crédito das fotos: Fundação Itesp/Imprensa

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