Maldade, ignorância ou incivilidade?

Antonio RochaelOpinião, de Antonio Rochael

Não vemos outra coisa senão, ou seja, lembrar que, ainda existe em Iguape, um pensamento de política retrógada de conveniência por alguns cidadãos que, pensam decidir os problemas do município, agindo com vandalismo.

Pela segunda vez, na história política de Iguape, a transição política após o último pleito que acontece no primeiro dia de janeiro para o Legislativo e a Administração Municipal, autoridades eleitas dirigiram-se ao prédio da Prefeitura para o cerimonial da entrega das chaves. Ali ao adentrarem, se surpreenderam com muitas coisas destruídas pelo chão. Isso é correto?

A maldade de um grupo perverso e inconformado pelos resultados nas urnas fez com que, a amarga dor oposicionista e revanchista usasse dessa violência, sem nenhuma racionalidade. Papéis (documentos) jogados e molhados por toda parte, goteiras em todo canto, móveis destruídos, peças de computadores espalhados; e do lado externo, “milho” jogado nas calçadas do Prédio, um verdadeiro caos que entristece. Então perguntamos: o que significa isso?

O prédio do Centro Cultural “Roberto Gomes Collaço”, também foi atingido pela brutalidade covarde. É preciso atitudes drásticas que levem as autoridades do município, dentro dos princípios básicos da Constituição Brasileira, apurar os responsáveis e puni-los, na forma da lei. Caso contrário, isso poderá levar “ à moda permanente” ao longo do tempo, em Iguape.

Eu, como iguapense e modestamente idôneo, sempre procurei defender o direito do povo das garras inimigas, da violência ilegal e da imoralidade perversa; agora repudio plenamente esta ação criminosa, mas às vezes me ponho a pensar: por que tanta maldade, ignorância e incivilidade assim?

Quero ainda colocar aqui, as palavras de um grande pensador Samuel Lima que dizia: “Educação gera conhecimento, conhecimento gera sabedoria, e só um povo sábio pode mudar seu destino”.

Portanto, uma grande parcela da população iguapense se sente frustrada pela triste ação sofrida pelos nossos eleitos. Democracia é isto, devemos aceitar a vontade popular pela maioria.

É por isso que sempre dizemos: Iguape continua sempre diferente em tudo no que faz e no que pensa, politicamente, dessa forma, não consegue caminhar digna e honestamente.

Vamos colaborar para que os fatos como esses não sejam repetidos. Dentro de uma sociedade de bem, o povo iguapense não pode aceitar essa tão forte rebeldia.

Será que não tememos à Justiça?

Antonio Rochael é professor e sociólogo

Iguape-SP-

E-maill: antoniorochael@gmail.com

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2 Respostas para “Maldade, ignorância ou incivilidade?

  1. Muito boa interpretação.

  2. Vicente Prado

    O pai de todos os defeitos é o orgulho e, quando o orgulho está ferido (como no caso da derrota nas urnas), as pessoas revelam o que tem de mais nojento: a bossalidade, a estupidez, a falta de consciência e de respeito. Falta de educação e civilidade é um desencanto, mas o que fazer, senão arregaçar as mangas e colocar a casa em ordem? Acreditemos que há uma justiça superior (da qual ninguém escapa) e que ela se faz presente, iluminando e fortalecendo quem trabalha com retidão e seriedade.

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