Alckmin anuncia Política Salarial para a Educação de 2011 a 2014

Aumento para profissionais ativos e aposentados da rede começa em julho deste ano com índices de 13,8% em média e acumulará em 2014 ganhos de 42,2%. Governador anunciou também a criação de 10 mil cargos de agentes de organização escolar e do cargo de Gerente Escolar com 5260 vagas – uma para cada escola.

O governador Geraldo Alckmin anunciou, nesta quarta-feira, uma das iniciativas mais importantes dos últimos anos para a valorização profissional do magistério paulista: a proposta de política salarial para a educação. O aumento para 374 mil profissionais ativos e aposentados da rede começa em julho desse ano com índices de 13,8% em média sobre o salário-base e acumulará em 2014 ganhos de 42,2%. Além disto, no mesmo projeto de lei, enviado à Assembléia Legislativa, serão criados 10 mil cargos para a área de organização escolar.

“Estamos fazendo o primeiro movimento de valorização e qualidade da escola pública do Estado de São Paulo. Começamos pelo professor. Mantemos o bônus por desempenho e a valorização pelo mérito”, afirma o governador Alckmin.

O objetivo principal do Governo, com essa decisão, é assegurar condições não só para a permanência em salas de aula dos profissionais da rede estadual, mas também para tornar o Magistério uma carreira capaz de atrair os jovens que tenham vocação para o ensino. Em outras palavras, é preciso garantir para os jovens de hoje e para os das futuras gerações que valerá a pena seguir a carreira de professor no Estado de São Paulo.

“Com esta iniciativa, o governador Geraldo Alckmin proporcionará à rede estadual de ensino melhores condições para combater um dos maiores obstáculos para a melhoria do aprendizado dos alunos, que é a rotatividade dos professores”, destacou o secretário de Educação, Herman Voorwald.

A Política Salarial anunciada hoje pelo governador será submetida à Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo por meio de Projeto de Lei Complementar que dispõe sobre alterações de vencimentos dos profissionais da rede estadual de ensino. Elaborado pelas equipes técnicas das secretarias de Estado da Educação e da Gestão Pública, a proposta a ser enviada ao Legislativo prevê aumentos anuais sucessivos dos salários-base até 2014, beneficiando profissionais ativos e aposentados com acúmulos de 42,2% no período.

Além do Governador e de outras autoridades, estiveram também presentes ao evento os titulares das pastas responsáveis pela elaboração da proposta, os secretários Herman Voorwald, da Educação, Julio Semeghini, da Gestão Pública, e Sidney Beraldo, secretário-chefe da Casa Civil.

Aumentos anuais

O Projeto de Lei Complementar prevê, para o Professor de Educação Básica (PEB) em início de carreira, com jornada de trabalho de 40 horas semanais, aumento de 13,8% a partir de 1º de julho, elevando seu salário-base de R$ 1.665,05 para R$ 1.894,12. Para julho de 2012, o aumento previsto é de 10,2%, elevando o total de vencimentos para R$ 2.088,27.

Para exatamente um ano depois, a previsão é de 6% de acréscimo, com aumento da remuneração para R$ 2.213,56. Finalmente, com o índice de 7% proposto para julho de 2014, esse total mensal deverá chegar a R$ 2.368,51 Desse modo, haverá um aumento acumulado de 42,2% em quatro anos.

Política Salarial para a Educação Professor de Educação Básic

(Jornada de 40 horas semanais)

Salário-base (R$) *

Aumento

atual

1.665,05

julho/2011

1.894,12

13,8%

julho/2012

2.088,27

10,2%

julho/2013

2.213,56

6,0%

julho/2014

2.368,51

7,0%

42,2% (acumulado)

*Não inclui adicionais (vale também para aposentados).

Para o Quadro de Apoio Escolar (QAE), os percentuais serão 21,30% (2011), 5% (2012), 6% (2013) e 7% (2014).

Os percentuais acima mencionados se aplicam também aos profissionais aposentados e incluem a incorporação de duas gratificações, a Gratificação Geral (GG) e a Gratificação por Atividade de Magistério (GAM).

Os recursos necessários para a Política Salarial da rede estadual de ensino proposta no Projeto de Lei Complementar já estão contemplados no Orçamento do Estado para a Educação de 2011 e serão inseridos no Plano Plurianual para o quadriênio 2012-2015, que já está em elaboração, com base nos limites e nas finalidades estabelecidas pela Constituição Federal e pela Constituição do Estado de São Paulo. Mas essa Políti ca Salarial não teria sido possível neste ano sem os esforços desenvolvidos em gestões anteriores, como os investimentos em programas educacionais e os avanços na racionalização de despesas de custeio.

Novos postos de trabalho

Além da campanha salarial, o governador Alckmin anunciou a criação de 10 mil cargos de agente de organização escolar. A criação dessa função será encaminhada à Alesp no mesmo projeto de lei que regulamenta o aumento salarial.

A meta do governador com a criação dos novos cargos é liberar os diretores para as questões pedagógicas. Serão criadas 5.260 novas funções de gerente escolar (um para cada escola do Estado). Assim que o projeto for aprovado na Assembléia Legislativa, será aberto concurso público.

da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação SP

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24 Respostas para “Alckmin anuncia Política Salarial para a Educação de 2011 a 2014

  1. Eu acho o salario do professor de educação basica, uma vergonha. São anos de dedicação para se tornar um grande profissional, e ainda ter que conter com essa merreca de salario. Já está mais que na hora, que a nossa profissão seja realmente reconhecida e remunerada justamente como merecemos. Poís afinal, hoje em dia não está nada facil dar aulas. São tantos contratempos, que até dão medo.

  2. Meus amores enquanto houver estes lixos de PSDB no poder e o povo se conscientizar em não votar mais nestes lixos, ai sim podemos ter uma nova esperança… Mais os Próprios funcionários Públicos que são muitos, votam neste vermes imundos… Então ficar se queixando pra quê? Enquanto este ser deplorável tiver no Poder, Geraldo Alckimin esta realidade não vai mudar, é só piorar…

    Por isto que digo… Viver de Prostituição ganha-se bem mais… Em 5 dias tiro um salário de um professor, de um argente de Organização escolar, tiro em um dia… Pois os salários de vocês são uma vergonha… E o sindicatos de vocês ainda bem mais pior, são aberrações que não fazem nada…

  3. Onde está este reajuste? Continuo com o inicial de 2011.

  4. Realmente, o salário do professor é baixo, mas então vocês devem olhar para o setor da saúde, que tem nível superior, lida com doenças e risco de contaminação alto eo salário é pior que de professor. Um enfermeiro padrão para atuar 8 horas por dia em hospital recebe R$1700,00, o mesmo digo do biomédico, farmaceutico, etc…. Professores, se olharem para trás, vocs olharem para trás, continuarão dando aulas com certeza

  5. o que esse fdp não dá aumento real de acordo com inflação real só fica politicando f d p

  6. agente org escolar um verdadeiro descaso…salario minimo… trabalha o dobro do professor e ganha 30% do salario de professor… só pode ser um aidético a determinar regras deste gênero.

  7. Realmente o que falta de recursos para a educação, saúde e segurança, vai para pagar deputados e senadores que ganham um absurdo, se isso não bastasse ainda aumenta o salário quando querem sem consultar o povo. Quando é para aumentar o salário mínimo parece que o povo está pedindo um absurdo”622,00″, enquanto deputados e senadores ganham valores que não condizem com a realidade do país.
    Se não bastasse o salarião ainda tem auxilio moradia, assessores, etc….
    O que precisa é de gente mais sensata e realista que pense no principio da isonomia, que lembre da maioria e não da minoria. o Brasil tem recursos para ser o melhor país do mundo, basta ser administrado com distribuição de renda para todos. Vamos partir do seguinte principio uma familia com duas crianças pequenas e um casal, conseguirá sobreviver com dignidade, pagar aluguel, alimentação digna, remédios, escola, etc…com (622,00).
    A arrecadação de impostos sempre existiu para atender e reverter em benefícios para o povo, na verdade é que tem muita gente ganhando demais enquanto muita gente passa fome e necessidade para sobreviver com dignidade.

  8. Sanntinny

    Infelizmente não somos uma classe unida e não temos um sindicato forte.
    Todos sabemos que a educação de São Paulo vem sofrendo com faltas de condições de trabalho e de salário justo para todos que estão envolvidos no Sistema, mas a desfiguração da profissão impede de se buscar líderes que realmente queira unir a classe, e até mesmo, de nos representar junto aos órgãos competentes do governo.
    Nosso Sindicato é pelego e não representa a classe como deveria, o que, só vém a segregar ainda mais a categoria.
    As eleições se aproximam e infelizmente São Paulo está correndo o risco de eleger um representante que já provou não estar compromentido com o povo e que se unirá ao já famigerado governo.
    Governo este que conhecemos e que não vem acrescentando nada de inovador no tange aos vários seguimentos da educação, saúde, transporte e segurança.
    É momento de acordarmos e de darmos um basta ao continuísmo.

  9. No Brasil, a Educação não é levada a sério por governo, pais e alunos. Professores são idealistas que vivem em busca de uma Utopia. Isso demorará muito para mudar, se mudar.
    Leciono em uma escola privada aonde os pais acompanham e cobram educação e aprendizado dos filhos porque paga diretamente, agora os pais que pagam escola por meio de impostos, não se comprometem com a educação dos filhos, que tbm não têm consciência da importância da educação e não sabem se comportar em sala de aula.

  10. Marcos Leandro de Abreu

    Um estagiário de engenharia ganha, no mínimo, R$ 1500,00 e esse valor chega a mais que o dobro disso dependendo da empresa. Isso para estagiar. O professor deve ser valorizado e isso é um fato inegável, mas não acredito que nenhum investimento faça de fato a diferença na qualidade da educação caso não se invista em mecanismo que modifiquem a postura do aluno dentro da sala de aula. E muitos ainda dizem que o desinteresse dos alunos encontra culpa no professor que não sabe tornar sua aula mais atrativa e agradável ou divertida. Quando ouvimos que aprender muito legal, realmente isso é verdade, mas o processo até que possamos dizer que aprendemos esse ou aquele conteúdo, o processo até que cheguemos ao aprender, tem muito mais relação com esforço, dedicação, horas, por vezes árduas, de estudo. Nessa concepção o prazer e a felicidade de aprender vêm como premiação pelo esforço despendido no processo, é uma conquista pessoal, uma ultrapassagem de barreiras que inicialmente, por vezes parecem intransponíveis.
    Já tive a oportunidade de ver professores excelentes, com conhecimentos admiráveis, que mesmo com todo o esforço no preparo da aula e dedicação dentro da sala tinha seu tempo quase todo tomado implorando para que seus alunos fizessem silêncio e prestassem atenção.
    Existem professores péssimos em sala de aula e descompromissados com a importância que têm para o país, mas a maioria é dedicada e luta, na maioria da vezes contra seus próprios alunos, para conseguirem dar suas aulas. Esse é o paradoxo mais repugnante da educação hoje.
    Por quê será que ninguém fala da indisciplina? Será que só pensam em salário? Será que o professorado pensa mesmo que se cada professor ganhasse R$ 10.000,00 o aluno daria mais atenção a ele na sala de aula ou passaria a fazer as atividades propostas, coisa que não fazem em boa parte das vezes?
    Há cerca de três décadas tínhamos a Coréia do Sul como um País comparável ao nosso no que diz respeito à educação e hoje vemos que eles precisam olhar pra trás se quiserem enxergar a posição que escolhemos ocupar. Eles mudaram com investimento financeiro em estrutura e salários de professores sim, mas pra quem já pode ver como são os ambientes das salas de aula durante as aulas daqueles professores orientais… Esses viram um comportamento exemplar e qualquer barulho certamente teria origem no movimentar das folhas das árvores da escola pela força desrespeitosa do vento.
    O processo de aprender dá-se em muitos lugares mas, em se tratando do aprendizado acadêmico, escolar, tal processo ocorre em maior parte dentro da sala de aula e lá estão os principais problemas a serem resolvidos para que a felicidade e o prazer em aprender possa fazer de fato sentido, para que aprender seja de fato agradável e feliz.

  11. Meus Caros! Parem de sofrer!, Já sabemos que esse governo não está preocupado com a educação, nunca esteve! Essa esmola que estão dando é para incentivar quem não conhece a realidade da educação, Salas super lotadas, Alunos desmotivados em reflexo dessa vergonha de progressão continuada, quem não sabe que essa progressão é só para não terem que construir escola! Sr. governador não me faça rir! Será que seus familiares faz parte disso? “progressão continuada”, meus amigos, entrei nessa área a dez anos, mas felizmente percebi a tempo que isso nunca ia mudar, e cai fora! (Fiz física no mackenzie,matemática na USP e Análise de sistemas na unicamp.) vocês acham que eu vou ficar me humilhando para esses analfabetos? Quero salda-los pela persistência e parabeniza-los pelo trabalho…

  12. mariah pinheiro

    Engraçado que para aumentar o salário dos parlamentares, nem piscam, durante a calada da noite, eles ganham + de 100% de aumento. È só no Brasil mesmo que isso acontece com pessoas formadas, que ganham miséria e ainda são humilhadas. Enquanto que analfabetos que estão no poder ganham absurdamente salários de marajás. Deveriam fazer provas e prestarem concursos para ver se eles tem a capacidade para o cargo. Ai sim não haveria esses tipos de pessoas ocupando esses cargos e mamando no povo.

  13. Enquanto existir o PSDB no poder, coitado dos professores! E de todos funcionàrios publico, vai sempre ter esses discasos. vem seu Alckimin, seu secretàrio e seus amiguinhos, enfrentar uma sala de aula como nòs professores enfrentamos com 40 alunos. rapidinho vocês sairiam correndo com suas orelhinhas de abanos, pedindo socorro, dai, talvez, observarse um pouquinho do que passamos no dia a dia, entre giz e lousa, e com as exigencias de vocês.Nao se esquerça que foi atravez de um PROFESSOR que você e vocês estão no poder, se não fosse um PROFESSOR! vocês não estaria ai no poder. E hoje nâo reconhece, pisa e machuca.Essa dor vai ser carregada emocionamente para o resto da vida.Seu alckimin, o senhor pra ser um mèdico precisou de passar pelas mãos de professores! No foi?Eu honro minha profissão, porque um dia passei pelos meus professores que me ensinou com tanta dedicaçâo e hoje to aqui fazendo o mesmo pelos os meus alunos. Sei que ganho mal, mais amo e honro o que faço. Professor pra ser professor não precisa de provinha, sua experiência e dedicaçao è o que vale. Muitos professores antigos perderam sua sala de aula, e vocês não observam que perderam bons professores com tanta experiências. Observe o que seu passeiro Serrote serrou os professores.Não continue nessa burrice.O povo não è bobo, Pegam là na frente.Ai,coitado!!!

  14. DANIELE MARCIANO FERREIRA

    Passei no ultimo concurso para professor do estado de sp (prova, curso de formação, gastos absurdos com pericia médica e outra prova final). Fui conhecer a escola e percebi péssimas condições de trabalho, o salario anunciado não expões descontos com o hospital do estado e imposto de renda, entre outros descontos. Sou ATE da prefeitura de são paulo (mesmas atribuições que o agente de organização do estado) e confesso que como ATE graças aos complementos (vale alimentação e refeição) acabo ganhando mais e pretendo continuar no cargo, infelizmente o salário de professor no estado de sp não vale a pena!

  15. Nós temos que nos perguntar, antes de debater o que o Sr. governador diz, seja sobre aumento salarial, seja sobre impostos.
    O interesse dos nossos governantes é realmente melhorar o ensino?
    Será que isso será bom para os governantes?
    Uma pessoa que tem acesso a cultura, que tem um bom nível de escolarização, essa pessoa pensa, tem opinião própria.
    Uma pessoa com escolarização vai debater contra o governo, vai entender sobre os impostos exagerados que pagamos, vai debater sobre sua remuneração, vai enxergar os erros e pronto a confusão está armada!!!
    Vai haver uma grande revolução!!!!!!!!!!
    Se a prioridade fosse a educação não seria só nos dar aumento salarial e sim melhorar a qualidade das nossas universidades, pois e de lá que saem os profissionais.
    Nós professores, tínhamos que, realmente, nos organizar e ensinarmos nossos alunos a questionar, a pensar e a lutar por seus direitos.
    Nós professores, podemos dar aos nossos alunos acesso a cultura.
    Eles vão mudar a cara do Brasil!!

  16. Com certeza o aumento do salário de um professor deve ser maior, todavia, a falta de vontade de dar aula é imensa. Infelizmente, muitos professores ao se efetivarem ficam sentados na cadeira e não explicam o conteúdo. Reclamam do salário, mas não ensinam o básco do básico. Me poupem com esses comentários… A falta de educação dos alunos que os professores reclamam tanto não é culpa do governador, e sim, dos pais. Professor reclama da progressão continuada, mas se participar de uma reunião de professores, apenas ouvimos a vontade de “despachar” o aluno para o próximo ano, pois não aguentam vê-lo. Somente alguns professores merecem ser pagos dignamente, outros merecem receber um salário mínimo.
    Todos reclamam do governo do estado de SP, mas nunca param p/ pensar que SP é o estado mais rico da União e que outros como os do Nordeste e Norte do país só estão saindo da pobreza porque são amamentados pelo Gov. Federal.
    O que falta no povo brasileiro é reivindicar pelos impostos exorbitantes que pagamos todos os dias para a máfia de Brasília.
    Então, povo, antes de reclamarmos da educação e do salário, vamos pedir redução do salários dos membros do Senado, pois só assim pagarão um salário digno para os funcionários da Saúde, Educação, entre outros…

  17. Este governo do PSDB ja esta no poder ha mais de 20 anos e são nota 0 para educação, tanto no que diz respeito ao serviço oferecido à população quanto ao salário pago em geral aos funcionários. Sem contar das condições de trabalho horriveis que um prefessor possui. Vale refeição piada de $4,00 ; aumento de 43% distribuídos até 2014…bonus escolar, isso tudo é enrolação do PSDB…

  18. Fui Secretaria de Escola durante 18 anos, e hoje volto a ser apenas agente de organização escolar pois minha saude foi embora pois para um salario descente precisei de mais um emprego
    tenho 28 anos de Serviço publico e o meu salario é de R$ 930,oo

  19. Kelly Cristina

    Realmente fiquei surpresa com as expectativas, estou cursando pedagogia e sinceramente é lamentável essa falta de motivação que o governo tem para conosco profissionais da educação, pois muitos profissionais de outras áreas ganham muito mais atualmente, deixando claro que o professor é totalmente desvalorizado, resultado na falta de profissionais capacitados devido essa falta de reconhecimento.
    Francamente isso chega a ser até irônico.

    Grata pela atenção!

  20. Senhore:
    1) Sou professora em início de carreira.
    2) Professores de PEB I não trabalham 40 horas semanais a não ser que façam jornada dupla (2 escolas)
    3) Nem em sonhos ganho R$ 1665,00 como iniciante.
    4) Na verdade meu recibo de pagamento é tão confuso que não consigo identificar quanto ganho realmente. rsrsrsrsrrs
    5) Mas posso dizer que de pagamento líquido recebo +ou- R$ 1.300,00.
    6) Parem de dizer tanta mentira na mídia. Já não está colando para ninguém.
    Desculpe, mas só mesmo amando o que se faz para aguentar tanta desfaçatez.

  21. Elianete Santos

    A maioria dos professores estaduais efetivos e estaveis se esquecem que, pior que ganhar mais ou menos R$ 2.000,00 mensais, é ganhar R$ 654,00 mensais, que é o salario de um agente de organização escolar, ou R$ 980,00 que é o salário de um secretario de escola. Sem o QAE, que faz a digitação de pagamento dos servidores, o professor não recebe corretamente todos o meses. Sou Agente de Organização Escolar, faço o trabalho de secretario e de Inspetor de Alunos. Adoraria que meu salário base fosse igual ao do professor!

  22. Rosa Vassão

    Faço minha as palavras citadas acima pelos colegas.
    Até parece piada,mas muito sem graça Exmo Sr governador….
    Tenho filha bióloga ,que não quer mais saber de sala de aula.Permanecer em sala de aula ,está se tornando cada dia mais triste e difícil para os q amam essa profissão sagrada,devido as mudanças do sistema,realizadas com certeza, por alguém que nunca esteve no lugar de um professor.,pensando que está melhorando a Educação …Abram os olhos e vejam a realidade …Talvez com um salário digno,essa situação melhore.Se não é mais valorizada pelos nossos governantes imaginem então pelos alunos!!!
    Sou profª aposentada há 20 anos e sempre trabalhei com muito amor.Pelo menos o respeito dos alunos e pais se conseguia..mas o salário até hoje continua na mesma …

    Obrigada

  23. Terezinha

    Valorização de verdade não houve e dificilmente haverá com esses nossos governantes. O Sr Alckimin realmente acredita que esse “aumento” vai atrair novos profissionais para a educação? Tenho um sobrinho de 19 anos, com ensino médio apenas, fazendo um curso na área de computação que conseguiu um “estágio” recebendo 1.300 reais (livres). Ser professor! para que? Ele está brincando…

  24. Talila Tayana

    Boa noite.

    Por que não aumentam sem dó!
    Fico imensamente triste em ver e viver a realidade, o Brasil infelizmente
    não é desenvolvido bastantemente por que não sabe como investir o dinheiro. O aumento salarial do professor pode parecer um progresso
    aos olhos deles, mas aos olhos dos inteligentes nada consta!
    Qual foi o discurso de Alckmim?” Com o aumento salarial os jovens terão
    mais interesses a esta profissão”. Nada. Em 2014 um professor pode ganhar 2.368,51 reais. Sendo que outros profissionais já ganham esse equivalente agora em 2011.
    Não há vantagem pra nós nunca. Mas até então não consigo entender
    o por quê um professor não pode ganhar no minimo 4.000 reais, pois estes são a base da educação. Enquanto os de cima não enxergarem e valorizarem estes profissionais não havera progresso algum na educação brasileira. Sendo assim, o Brasil continuará o mesmo daqui a 4 anos.

    Sem mais

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