Banalização política na Educação

de Antonio Rochael
Entendo que, um país com uma grande diversidade cultural e privilegiada economicamente, ainda não conseguiu encontrar um caminho certo, que venha permitir aos seus filhos (crianças e adolescentes) as mesmas oportunidades de ensino.

A Escola como vimos é considerada a mais importante Instituição Educacional que poderia garantir cidadania a todos, sem distinção de cor, sexo e religião. Hoje destruída pela violência descabida que vitima alunos, professores e funcionários de forma cruel e covarde na degradação da moral, dos costumes e do civismo, com uma forte impunidade. Políticos que falam em prioridade deveriam ter plano concreto para a Educação, pois, ela é mais que prioridade.

A banalização de todas essas agressões culturais tornou-se juntamente com o império das drogas e pânico sofridos pela multidão, criando-se um descaso visível pela educação das nossas crianças e dos nossos jovens, deixando-nos muito a desejar. Tudo não passa de enganações políticas nos palanques, quando vivem prometendo e sonhando com o ensino de forma indesejável.

Pitágoras um dos maiores pedagogos, matemático da antiguidade teria afirmado: “Eduque uma criança para que não seja preciso punir o adulto amanhã.”

A Escola pública e privada tornaram-se um grande desafio para o futuro. A consciência dos homens públicos não consegue assimilar e resolver os problemas que surgem no dia-a-dia das nossas comunidades, negativando as atitudes de países desenvolvidos, no cumprimento das leis para eliminar a impunidade.

Esperamos para este século mudanças e transformações mais profundas, concretas e inovadoras, pois o que se observa hoje é a inexistência da capacidade de ação dos nossos políticos para uma reforma urgente no Código Penal e no Estatuto da Criança e Adolescente, já defasado pela modernidade. Caso isso não aconteça, teremos que chorar apenas e guardar esse sonho, “sonhando”…

Não podemos esquecer as célebres palavras de Nelson Mandela em que dizia: “A Educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

É preciso, no entanto que o homem esteja preparado para assumir essa responsabilidade e seguir a passos firmes, levando consigo a imagem e a bandeira de um país literalmente mais preparado, ouvindo sempre o grito retumbante de um povo heroico, para a conquista do futuro.

Antonio Rochael é professor e sociólogo,

e-mail: antoniorochael@gmail.com

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