Santa Bárbara: Ela matou o genro na frente da neta – instruções da sogra pelo interfone

Um homem de 69 anos matou a tiros o filho de 57, na tarde do último sábado (25/2), em um prédio de apartamentos na rua Filiki Eterias, em Agia Varvara, causando choque. Sogra com uma arma.

Todos que moram no bairro onde ocorreu o crime estão em estado de choque, pois ninguém poderia imaginar que a discussão dos dois tomaria esse rumo.

O arguido, a vítima e a sua esposa são todos profissionais de saúde. O homem de 57 anos – conforme escrito por iefimerida.gr – era um conhecido urologista e dirigia um consultório em Peristeri, sua esposa era microbiologista, enquanto o condenado trabalhou por muitos anos como transportador de ambulância.

Ele o matou na frente de sua neta

Um médico de 57 anos esperava o genro de 69 anos com uma arma nas mãos no pátio de sua casa. Ele também não hesitou em abrir fogo contra ele na frente de sua neta, que naquele momento voltava para casa com o pai.

“Sou um menino, vou me render”, teria dito o homem de 69 anos logo após o assassinato. A esposa do arguido, de 68 anos, cúmplice do homicídio, também foi acusada porque testemunhou que o arguido gritou ao marido para o “jogar” pelo intercomunicador. Genro

Aqui está o que o homem de 69 anos diz sobre o assassino

O homem de 69 anos disse à polícia que o genro maltratava a filha e esteve na origem do crime, mas isso foi categoricamente negado pelo filho do arguido e pelo cunhado da vítima. , um policial e que anunciou ação imediata sobre o crime.

Segundo informações da polícia, o arguido e a vítima residiam na mesma casa de família, concretamente a sogra no rés-do-chão, a filha com o marido no primeiro andar e o filho do polícia no 2º.

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Segundo testemunhou o policial, na tarde de sábado seu genro, que era médico em um hospital, implorou que ela ficasse um pouco com os dois filhos, pois iria buscar a filha em alguma atividade.

Mas houve outra briga com o sogro no térreo e ele continuou carregando a criança.

Porém, ao voltar para casa, o homem de 69 anos o esperava no quintal e atirou nele duas vezes na frente da menina, ferindo-o mortalmente. De imediato, o arguido, com a carabina nas mãos, dirigiu-se à esquadra para se render.

Como disse o filho do acusado, seus pais estavam furiosos porque a irmã não estava se divertindo com a vítima, o que não era verdade, pelo contrário, o casal mantinha uma relação harmoniosa, sem brigas e atritos.

A acusação apresentou acusações criminais contra o arguido acusado de homicídio em primeiro grau, posse de arma e uso de arma. Também foi aberto um processo contra a esposa do acusado por cumplicidade no assassinato.

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